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Advanta Seeds investe em novos cultivos para avançar no Brasil

09 de Dezembro de 2025 as 12h 31min

Entre as culturas, destaque para o sorgo, canola, girassol e milho – Foto: Divulgação

A adoção de novos cultivos à safra principal vem ganhando força entre produtores brasileiros que buscam maior rentabilidade, diversificação produtiva e mais segurança para suas fazendas. Culturas como sorgo, canola, girassol e milho, cada vez mais valorizadas pela indústria e bem adaptadas às condições tropicais, ampliam oportunidades comerciais e reduzem riscos, especialmente diante da instabilidade climática e dos custos crescentes de produção.

Apostando justamente no potencial desses cultivos como protagonistas de um novo ciclo de competitividade no campo, a Advanta Seeds, empresa global de melhoramento genético, avança em uma nova estratégia para o Brasil. O projeto iniciado em 2022, está estruturado no fortalecimento de cultivos nos quais a companhia possui genética própria e reconhecimento internacional.

Sob a liderança do CEO Marcio Boralli, engenheiro agrônomo com mais de 20 anos de experiência no setor, a empresa consolida um reposicionamento baseado em inovação, demanda industrial crescente e adaptação às mudanças climáticas. “A nova estratégia da companhia aqui no Brasil, está sendo focada em cultivos que temos diferencial competitivo, com genética própria e fortalecendo o que sabemos fazer de melhor, que é melhoramento genético”, disse o executivo.

O principal eixo da estratégia é o sorgo, cultura em que a Advanta é líder global e que vem ganhando força no país devido ao avanço dos biocombustíveis, ao interesse das indústrias e à sua resiliência em condições de estresse hídrico. “Trabalhamos com cultivos que dialogam diretamente com o futuro do agro: menor pegada de carbono e alta eficiência. Isso nos permite avançar em outras regiões do Brasil em que a segunda safra ainda não é tão explorada, sendo mais uma opção para o agricultor ter mais rentabilidade”, afirma Boralli.

A genética desenvolvida pela empresa tem o potencial de elevar o patamar produtivo nacional do sorgo, possibilitando a cultura a alcançar níveis antes considerados inviáveis. Híbridos mais precoces, como ciclo abaixo dos 110 dias, já são realidade e permitem ao produtor capturar melhores janelas climáticas, explorar novas regiões e obter produtividade que pode chegar a faixa de 9 toneladas por hectare, com um manejo eficiente.

“Outros materiais do mercado demandam até 150 dias para ficarem prontos, diferentemente da nossa genética de ciclo rápido. Com essa tecnologia, estamos comprovando que é possível atingir patamares de produtividade elevadíssimos no sorgo, deixando de ser uma cultura marginal”, pontuou o CEO da Advanta.

Fonte: ASSESSORIA DE IMPRENSA

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