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Após cobrança de Zuckerberg, óculos de realidade mista da Meta devem atrasar
15 de Dezembro de 2025 as 11h 16min
A Meta planeja lançar um projeto de óculos de realidade mista, ampliando seu portfólio de dispositivos vestíveis inteligentes. No entanto, segundo um memorando interno da empresa acessado pelo site Business Insider, o lançamento – que deveria acontecer já no ano que vem – foi adiado para 2027.
O objetivo é dar mais tempo à divisão de metaverso para “acertar os detalhes” do produto, incluindo melhorar a qualidade do produto.
O Business Insider teve acesso a um memorando escrito pelo vice-presidente da Reality Labs Foundation, Maher Saba, enviado aos funcionários da Meta durante a semana. O comunicado dizia que a empresa planejava lançar seus óculos de realidade mista no segundo semestre de 2026, mas adiou o cronograma para o primeiro semestre de 2027.
Em um memorando separado, também obtido pelo site, os líderes do metaverso Gabriel Aul e Ryan Cairns escreveram que o adiamento daria “mais tempo para acertar detalhes” e que eles não abririam mão de “entregar uma experiência totalmente refinada e confiável”.
O projeto é chamado internamente de “Phoenix” e havia sido reportado anteriormente pelo The Information. Tratam-se de óculos de realidade mista, diferente do óculos de realidade virtual Quest e dos óculos inteligentes com IA em parceria com a Ray-Ban.
Segundo dois funcionários que falaram anonimamente ao site, o modelo tem um formato semelhante a óculos de proteção e são conectados a um dispositivo de alimentação para fornecer energia (que era motivo de certo ceticismo no quesito conforto, mas foi mantido para evitar o superaquecimento). Os funcionários também revelaram que o dispositivo é semelhante ao Apple Visito Pro.
O memorando interno supostamente aconteceu depois de reuniões com Mark Zuckerberg, CEO da Meta, em que ele teria orientado a equipe a dedicar mais tempo aos óculos. O objetivo seria tornar o negócio mais sustentável e oferecer experiências de maior qualidade. No comunicado, Saba deixou claro que o adiamento é uma oportunidade de “adicionarmos mais recursos ou assumirmos trabalho adicional”.
Paralelamente, a Meta trabalha na próxima geração do Quest e em um outro dispositivo vestível chamado internamente de “Malibu 2”, previsto para 2026.
Fonte: DA REPORTAGEM
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