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Sexta Feira, 03 de Abril de 2026

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Brasil entra na rota de testes para novas vacinas contra o câncer

03 de Abril de 2026 as 13h 55min

Pesquisadores da Universidade de Oxford estiveram no Brasil nesta semana para discutir parcerias que podem trazer testes de novas vacinas contra o câncer para o país.

O grupo se reuniu com representantes do Ministério da Saúde e do A.C. Camargo Cancer Center para planejar estudos que envolvem o uso de inteligência artificial e novos exames clínicos.

Diferente das vacinas que tomamos para evitar uma gripe, essas tecnologias funcionam “ensinando” o sistema de defesa do corpo a reconhecer e atacar as células doentes. Algumas dessas pesquisas avançaram rápido e já estão prontas para começar as fases de teste em seres humanos.

Os cientistas trabalham em duas frentes principais: vacinas terapêuticas: Feitas para quem já tem a doença, ajudando o corpo a combater o tumor com mais força; vacinas preventivas: Voltadas para pessoas com alto risco genético, com o objetivo de impedir que a doença apareça.

Um dos projetos mais adiantados foca no vírus Epstein-Barr (EBV). Esse vírus está presente na maioria das pessoas e causa cerca de 200 mil casos de câncer por ano no mundo. Como o Norte do Brasil registra casos específicos ligados a esse vírus, os pesquisadores querem realizar parte dos estudos por aqui.

O desenvolvimento desses imunizantes tem sido acelerado pelo uso de tecnologias que ficaram conhecidas durante a pandemia de Covid-19. Além disso, a inteligência artificial ajuda a mapear quais partes do tumor a vacina deve mirar. Em Oxford, alguns projetos saíram do papel e chegaram à fase de testes em apenas três anos.

Além da vacina contra o EBV, há estudos para câncer de pulmão (chamada de LungVax), de mama, de ovário e do trato gastrointestinal.

A ideia da parceria é usar a estrutura de hospitais brasileiros para realizar os testes e garantir que, no futuro, esses tratamentos tenham um custo acessível para países em desenvolvimento.

Os pesquisadores lembram que os estudos ainda estão no começo e que o próximo desafio é entender por que alguns pacientes respondem bem à vacina e outros não, buscando aumentar a eficácia desses tratamentos nos próximos anos.

Fonte: DA REPORTAGEM

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