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Clientes denunciam agência de turismo por pacote ao Caribe que não existia
28 de Janeiro de 2026 as 07h 57min
Resort de luxo? Só em fotos ou na imaginação – Foto: Divulgação
Clientes que planejaram uma viagem ao Caribe denunciaram uma agência de turismo em Sinop. Isso porque eles pagaram pelo pacote e, pouco depois, descobriram que não existia. A agência Viaja Mais funcionava em uma sala comercial em Sinop, mas os sócios não foram localizados e o local está vazio.
As fotos mostram as dependências de um hotel de luxo em Punta Cana, na República Dominicana e eram usadas para atrair clientes para comprar um pacote de viagens. Além disso, todo o itinerário da viagem foi apresentado aos interessados, com valor de R$ 7 mil por seis noites. O problema é que a viagem não saiu do papel.
Pouco mais de um mês antes da data prevista para o embarque, os clientes descobriram, por meio de uma denúncia, que a viagem comprada não existia. Uma das vítimas Rosa Vondentz disse que chamou o vendedor, mas que ele não respondia mais.
Ela foi apenas uma das pessoas que teve a viagem dos sonhos transformada em frustração e prejuízo financeiro. Os valores variavam de acordo com a negociação feita direta com o sócio da agência de viagens.
O relato das vítimas é semelhante. O perfil das vítimas são mulheres com mais de 60 anos, que já conhecia o suspeito e muitas delas já haviam viajado com ele para outros destinos e, por isso, confiavam no serviço. Contudo, os clientes tentaram contato com o sócio que vendeu os pacotes por meio do WhatsApp, mas sem retorno.
A Rosa disse que ele parou de responder às suas mensagens, que bloqueou o grupo em que estavam e mudou de endereço, o que levantou a suspeita de que se tratava de um golpe.
As vítimas acreditam que ele usou a credibilidade de outras empresas por onde trabalhou para enganar as clientes, que registraram boletim de ocorrência e, agora, aguardam o avanço das investigações da polícia para tentar reaver os valores pagos. A Polícia Civil investiga o caso.
A situação gerou revolta entre os empresários, que agora se organizam para registrar boletins de ocorrência e acionar a Justiça. O caso também deve ser encaminhado à Polícia Civil, que pode investigar a agência por estelionato, fraude contratual e crimes contra o consumidor.
A reportagem do Diário apurou que, inclusive, noivos pretendiam se casar em um resort, e tanto eles quanto alguns dos convidados foram lesados. “Alguns convidados compraram por outras agências e irão para lá, enquanto a gente não conseguiu resolver essa pendência. Somos em 15 pessoas lesadas”, disse o noivo, que preferiu não se identificar.
Fonte: DA REPORTAGEM
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