Olá! Utilizamos cookies para oferecer melhor experiência, melhorar o desempenho, analisar como você interage em nosso site e personalizar conteúdo. Ao utilizar este site, você concorda com o uso de cookies.

Sábado, 14 de Fevereiro de 2026

Noticias

Com 12 empresas, grupo entra em recuperação de R$ 375 milhões

21 de Setembro de 2025 as 11h 27min

Magistrado suspendeu execuções e ações contra o grupo por 120 dias – Foto: Divulgação

O juiz da 4ª Vara Cível de Sinop, Cristiano dos Santos Fialho, deferiu o processamento da recuperação judicial do Grupo LD, composto por 12 empresas e sete produtores rurais ligados às famílias Doerner e Lopes. Com dívidas de R$ 375 milhões, o grupo atua nos setores de mineração, agropecuária, transporte, logística fluvial e participações societárias.

Na decisão, o magistrado reconheceu que o conglomerado preenche os requisitos da Lei de recuperação judicial e determinou a tramitação conjunta das empresas e pessoas físicas, em regime de consolidação substancial – ou seja, com unificação de ativos, passivos e credores.

O juiz autorizou a consolidação processual e substancial, reconhecendo confusão patrimonial e atuação integrada entre as empresas e sócios e nomeou como administradora judicial a empresa Catalise Administração Judicial MT Ltda.

Ainda na decisão, o magistrado suspendeu execuções e ações contra o grupo por 120 dias e reconheceu a essencialidade de maquinários agrícolas, caminhões, colheitadeiras e do imóvel Fazenda Alvorada II, impedindo busca e apreensão durante o período de blindagem.

Segundo o juiz, a medida é necessária para “viabilizar a superação da crise econômico-financeira, preservar empregos, manter a atividade produtiva e assegurar os interesses dos credores”.

A empresa ressaltou a relevância do procedimento como instrumento de reestruturação. “A perícia confirmou a plena viabilidade do grupo, demonstrando que ela reúne condições concretas de se reerguer e retomar sua trajetória de crescimento. A recuperação judicial se apresenta como medida essencial para viabilizar a renegociação das dívidas e assegurar o cumprimento dos compromissos, preservando a relação de confiança que sempre manteve com seus credores e fornecedores”, afirmou.

Formado por empresas como Roma Mineração, Gusmin Transportes, Centro Oeste Navegações, Nordeste Navegações, Doerner & Cia, Managui Agropecuária, II de Abril Holding e produtores rurais da família Doerner Lopes, o grupo atua nos setores de mineração (extração de granito), agropecuária (soja, milho, arroz e pecuária), logística fluvial (balsas), transporte rodoviário e participações societárias.

Segundo o histórico apresentado pelo grupo a crise financeira iniciou em 2023, com a queda nos preços do boi gordo, a desvalorização do milho e da soja nas safras 2023/2024 causadas por condições climáticas adversas que afetaram a produção.

E ainda a redução da demanda e aumento dos custos de produção, queda na receita das balsas devido à expansão da malha rodoviária e construção de pontes além dos altos investimentos iniciais na atividade mineral da Roma Mineração.

Fonte: DA REPORTAGEM

Veja Mais

Corinthians decide por saída de Martínez após atraso e lesão

Publicado em 14 de Fevereiro de 2026 ás 12h 19min


Prêmio da Mega-Sena vai a R$ 62 milhões

Publicado em 14 de Fevereiro de 2026 ás 10h 21min


Temporal atinge Guarantã e deixa moradores isolados

Publicado em 14 de Fevereiro de 2026 ás 08h 18min


Jornal Online

Edição nº1737 - 14a16/02/2026