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Terça Feira, 10 de Fevereiro de 2026

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Extratos e depósitos revelam indícios de compra de votos

03 de Dezembro de 2025 as 14h 51min

Prefeito, vice e vereador podem ter mandatos cassados por abuso de poder econômico – Foto: Divulgação

A investigação do Ministério Público Eleitoral (MPE) que culminou no pedido de cassação dos registros de candidatura ou dos diplomas do prefeito de Chapada dos Guimarães, Osmar Froner (União), seu vice Carlos Eduardo (PSD), e do vereador Gilberto Mello (PL), revela documentos, extratos bancários e comprovação de depósitos e PIX, além de depoimentos reveladores. Apenas um dos citados na denúncia de abuso de poder econômico e compra de voto, recebeu duas transferências, de R$ 10 mil e R$ 32,5 mil.

A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), que tramita na 34ª Zona Eleitoral de Chapada dos Guimarães, revela a existência de um suposto esquema estruturado para captação ilícita de votos, pagamentos irregulares e possível financiamento paralelo da campanha dos então candidatos citados.

Um dos então coordenadores da campanha do grupo, Rogério de Araújo Pereira, acusou, por escritura pública, o esquema de compra de votos mediante promessa de R$ 1 mil por família, além de listas com dados de eleitores e anotações suspeitas e a confissão do denunciante sobre distribuição de valores.

Após a investigação, o Ministério Público Eleitoral colheu indícios que se apoiam em três pilares principais: o uso de fichas de cadastro de eleitores; a discrepância entre pessoas cadastradas e efetivamente contratadas; e transferências bancárias compatíveis com compra direta de votos e Caixa 2.

As páginas analisadas mostram que a campanha dos representados reuniu mais de cem fichas de entrevistas com dados completos de eleitores — incluindo nome, endereço, telefones, cópias de documentos pessoais e, em muitos casos, títulos de eleitor de parentes, como forma de ampliar o mapeamento familiar. Além disso, várias fichas continham anotações suspeitas, como “filha de família grande” e “+ família do Acorá. Pai, mãe +1. Já pegou R$ 200,00”.

Fonte: DA REPORTAGEM

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