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Domingo, 22 de Fevereiro de 2026

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Facção suspeita de tráfico, venda de armas e lavagem de dinheiro é alvo de operação

20 de Maio de 2025 as 05h 00min

94 ordens judiciais cumpridas nos estados de Mato Grosso e Santa Catarina — Foto: José Roberto Gonçalves

Uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, comércio ilegal de armas e entrada de celulares em presídios é alvo da Operação Codinome Fantasma II, deflagrada pela Polícia Civil na última quinta (15). Ao todo, 94 ordens judiciais foram cumpridas nos estados de Mato Grosso e Santa Catarina.

Foram 31 mandados de prisão, 51 de busca e apreensão, além de 12 ordens de bloqueio de contas bancárias e sequestro de bens, expedidos pela 5ª Vara Criminal de Sinop. As ordens judiciais são cumpridas nas cidades de Sinop, Rondonópolis, Cuiabá e em Santa Catarina.

O nome da operação faz referência à criação de empresas fictícias utilizadas para viabilizar atividades ilícitas. A primeira fase da operação foi deflagrada em outubro de 2024, com o cumprimento de 143 ordens judiciais contra o grupo investigado.

As provas coletadas revelaram novos crimes e a polícia identificou outros suspeitos. Entre os crimes cometidos pela organização estão: lavagem de dinheiro, tráfico de drogas, porte e posse ilegal de arma de fogo, facilitação da entrada de celulares em presídios, e corrupção ativa e passiva.

CODINOME FANTASMA

As investigações tiveram início em fevereiro de 2024, quando a polícia identificou um esquema de tráfico de drogas ligado a uma facção criminosa. O grupo também atuava na lavagem de dinheiro e no comércio ilegal de armas.

Para disfarçar a origem do dinheiro obtido com o tráfico, os envolvidos usavam empresas de fachada. Na época, os mandados foram cumpridos em Sinop, Sorriso, Cuiabá, Colíder e São José do Rio Claro.

Os criminosos agiam em diferentes núcleos. Um deles facilitava a entrada de celulares na Penitenciária Dr. Osvaldo Florentino Leite Ferreira (Ferrugem), em Sinop. Já o outro núcleo operava no Bairro Jardim das Violetas e era responsável pelo tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e a negociação de armas ilegais.

Fonte: DA REPORTAGEM

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