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Terça Feira, 10 de Fevereiro de 2026

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Garantir precisão e rendimento na safra depende da manutenção de implementos

30 de Novembro de 2025 as 11h 34min

Diferentes tipos de dosagem desse insumo influenciam no desempenho e na economia – Foto: Divulgação

Para muitos produtores, o momento de semear determina parte significativa do sucesso da safra, mas o que antecede esse instante, em termos de preparo de equipamentos, muitas vezes é negligenciado. Por exemplo, segundo a FertiSystem, empresa brasileira referência em tecnologias para dosagem e aplicação de fertilizantes e sementes, a manutenção pré-plantio do dosador não é um luxo: é fator crítico para evitar paradas de máquina, falhas na distribuição e perdas no rendimento final.

Isso porque, a agricultura moderna exige cada vez mais eficiência e precisão, e isso passa não só pelo solo, semente ou fertilizante, mas também pelo estado dos equipamentos que fazem as aplicações nas lavouras. Conforme explica Fábio Leone, promotor técnico especializado da FertiSystem, o cuidado deve começar antes.

“Durante a semeadura para que o produtor não tenha nenhuma intercorrência, não precise parar em questão de tempo, por conta de algum eventual acidente ou problema que venha acontecer com os dosadores”, cita.

De fato, a literatura técnica confirma que a manutenção e regulagem de implementos agrícolas podem reduzir custos e elevar produtividade, realizar manutenção rotineira permite eliminar cerca de 25% dos custos com reparos. Um dos principais desafios na utilização de dosadores de fertilizantes é garantir que o produto seja distribuído uniformemente, nas quantidades certas, e no momento ideal. Para isso, o equipamento deve estar em boas condições.

Com base nas orientações do especialista da empresa, o agricultor pode seguir um checklist de manutenção pré-plantio: limpeza completa do dosador logo após o término do plantio anterior, ou durante o intervalo de uso; verificação de rolamentos, engrenagens, correntes e componentes de acionamento; inspeção dos sensores de distribuição (adubo/semente) e calibragem correta do mecanismo de dosagem; verificação do sem-fim: amplitude, desgaste e compatibilidade com a dose desejada; lubrificação correta: quantidade de graxa, adequação dos lubrificantes conforme peças, atenção especial aos componentes plásticos que não toleram graxa ou óleo indevidos; nivelamento da plantadeira, profundidade dos discos de deposição e regularidade da máquina no conjunto (se for pneumática ou mecânica); uso do aplicativo indicado pela empresa para aferir a regulagem correta.

MANUTENÇÃO

Mesmo durante o plantio, o estado do equipamento deve ser monitorado para não gerar sérios problemas de bloqueio ou má distribuição. Segundo o especialista, “se a plantadeira ficar parada por mais de três dias, é preciso retirar esse fertilizante dela para que ele não venha a cimentar e crie uma camada onde possa interromper o processo de distribuição ou até mesmo danificar o produto”, explica Leone.

Após o plantio, o cuidado continua: o contato prolongado entre fertilizante e partes metálicas pode levar à oxidação e desgaste prematuro. A recomendação é fazer a limpeza imediata e evitar lubrificantes indevidos nos componentes plásticos.

TIPOS DE DOSAGEM

A escolha da dosagem também influencia diretamente no tipo de manutenção exigida. Não existe um dosador universal, ou seja, cada cultura e volume de aplicação pedem um ajuste específico. A dosagem de fertilizante, caso este seja de até 200 quilos por hectare ou acima disso, determina o modelo de sem-fim, e a regulagem adequada do sistema. Como explica o especialista da FertiSystem, “para alcançar a regulagem ideal existe um modelo específico para cada dose”.

Quanto mais sofisticado for o sistema de dosagem, maior será a necessidade de calibração e monitoramento. A automação e o uso de sensores agregam valor e precisão ao processo, mas só entregam o desempenho esperado quando o equipamento está limpo, calibrado e devidamente preparado antes do plantio.

Fonte: ASSESSORIA DE IMPRENSA

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