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Mato Grosso ganha uma nova vaga no TRT da 23ª Região
20 de Novembro de 2025 as 04h 50min
Projeto relatado por Fagundes segue à sanção – Foto: Divulgação
A criação de uma nova vaga de desembargador no Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região foi aprovada nesta semana pelo Senado Federal. A proposta, relatada pelo senador Wellington Fagundes (PL-MT), representa uma mudança na estrutura da Justiça trabalhista em Mato Grosso e atende, segundo o parlamentar, a um cenário de demanda crescente.
O senador destacou que tem acompanhado o tema desde a fase de liberação dos recursos para construção da sede do Tribunal, em Cuiabá. Ele afirmou que a ampliação do quadro é resultado direto do aumento da atividade econômica no estado, que impulsionou também a quantidade de ações trabalhistas.
O relatório apresentado por Fagundes aponta que o TRT-MT registrou expansão de aproximadamente 30% no volume de novos processos entre 2015 e 2025. Apenas no último ano, mais de 12 mil casos foram protocolados, número que reforçou a necessidade de ajustar a capacidade de julgamento.
Um dos aspectos ressaltados pelo senador é que a medida não implica acréscimo de despesas. A criação da vaga se baseia na transformação de cargos já existentes, seguindo regras orçamentárias e alinhamento às normas do Conselho Nacional de Justiça.
Durante a votação, Fagundes afirmou que o resultado representa “uma conquista construída com responsabilidade e diálogo”, lembrando que Mato Grosso passou por um ciclo de crescimento acelerado e que a Justiça do Trabalho precisava acompanhar essa evolução para manter a qualidade do atendimento.
Ele também pontuou que uma estrutura mais robusta traz impactos positivos para trabalhadores, empresas e empreendedores, ao reduzir a sobrecarga e acelerar a tramitação dos processos. Para o senador, “uma Justiça que funciona bem fortalece a economia e garante dignidade às pessoas”, disse.
A presidente do TRT-MT, Adenir Carruesco, foi citada por Fagundes como uma das principais defensoras da ampliação. Segundo ele, a atuação conjunta permitiu que o projeto avançasse até a aprovação no Senado.
O parlamentar disse ainda que continuará acompanhando a fase administrativa até a sanção presidencial. Com a nova vaga, o Tribunal passará a contar com nove desembargadores, incluindo o ingresso de mais uma mulher, o que amplia a representatividade feminina na Corte e reforça o compromisso com diversidade e inclusão.
Fonte: DA REPORTAGEM
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