Olá! Utilizamos cookies para oferecer melhor experiência, melhorar o desempenho, analisar como você interage em nosso site e personalizar conteúdo. Ao utilizar este site, você concorda com o uso de cookies.

Sexta Feira, 27 de Fevereiro de 2026

Noticias

Meta foi paga para divulgar fake news sobre Pix, diz estudo

16 de Fevereiro de 2025 as 07h 59min

A recente onda de fake news sobre o Pix gerou uma série de efeitos, inclusive uma queda expressiva no número de transações. Os boatos afirmavam que haveria uma taxação nas operações feitas através do sistema, o que o governo federal sempre negou ser verdade.

Agora, um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) revela que uma gigante da tecnologia teria ajudado a espalhar as mentiras. Segundo o trabalho, a Meta recebeu pagamentos para impulsionar a divulgação de anúncios fraudulentos sobre o tema.

As publicações tiveram seu alcance ampliado pela ferramenta de anúncios da empresa. Golpistas utilizaram imagens do governo e de empresas públicas, como a Caixa, para obter informações sensíveis e dinheiro de vítimas.

Tudo isso em meio à onda de desinformação criada por um vídeo falso feito por inteligência artificial do ministro Fernando Haddad afirmando que taxaria o Pix. No total, foram 1.770 anúncios fraudulentos impulsionados em Facebook e Instagram, entre os dias 10 e 21 de janeiro, segundo nota técnica do NetLab.

Os pesquisadores responsáveis pelo estudo apontam que os estelionatários se aproveitaram do medo, dúvida e desconfiança causada na população devido à enxurrada de desinformação para atrair vítimas a clicarem em seus anúncios. As informações são da Folha de S.Paulo.

Em nota, enviada ao Olhar Digital, a Meta afirmou que não permite “atividades que tenham como objetivo enganar, fraudar ou explorar terceiros”. E disse estar sempre aprimorando a sua tecnologia para combater atividades suspeitas. A empresa, no entanto, não respondeu qual o destino do dinheiro recebido pelos anúncios fraudulentos.

A Meta permite que usuários paguem a partir de US$ 5 por semana para impulsionar suas postagens. Quanto maior o valor pago, mais pessoas visualizarão a publicação. O problema é que a rede social não colabora com bancos e com o governo brasileiro para localizar as contas, pessoas e empresas envolvidas em fraudes.

Segundo o estudo, cerca de 70% dos vídeos foram manipulados com IA e não indicavam origem sintética, como exige as regras da Meta. Também não apareciam como propaganda política, apesar de usar imagens de políticos eleitos e tratarem de políticas públicas.

Fonte: DA REPORTAGEM

Veja Mais

Batalhão Ambiental da PM fecha garimpo irregular

Publicado em 27 de Fevereiro de 2026 ás 08h 42min


Saída de Haddad do governo depende de reunião entre Lula e Trump

Publicado em 27 de Fevereiro de 2026 ás 07h 42min


Torcida do Cruzeiro protesta contra técnico após empate no Mineirão

Publicado em 27 de Fevereiro de 2026 ás 06h 41min


Jornal Online

Edição nº1746 - 27/02/2026