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Sábado, 07 de Fevereiro de 2026

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Negativa de Fábio Garcia abre debate no União Brasil

21 de Janeiro de 2026 as 16h 45min

Seu foco é buscar a reeleição para a Câmara dos Deputados – Foto: divulgação

A recusa de Fábio Garcia em compor uma chapa majoritária reacende a discussão sobre o papel do União Brasil na sucessão estadual. Pré-candidato ao governo, Otaviano Pivetta ainda precisa definir um nome capaz de ampliar sua base eleitoral. O desafio passa por encontrar um vice com densidade política, capilaridade regional e potencial de votos. 

A negativa do secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia (União Brasil), em integrar como vice uma eventual chapa liderada por Otaviano Pivetta (Republicanos) mexe o tabuleiro da sucessão estadual e impõe um novo desafio ao grupo político que articula a candidatura ao Palácio Paiaguás. Ao afirmar que seu projeto está focado na disputa por uma vaga na Câmara Federal, Garcia fecha uma porta considerada estratégica dentro do União Brasil. 

A fala é relevante não apenas pelo conteúdo, mas pelo contexto. Garcia reúne atributos que costumam pesar em composições majoritárias: visibilidade estadual, experiência no Executivo, trânsito político e recall eleitoral. Sua saída do radar força o partido e os aliados de Pivetta a buscarem alternativas capazes de agregar votos de forma expressiva, especialmente fora da capital. 

Pivetta, que se apresenta como nome de continuidade administrativa, precisará de um vice que complemente seu perfil técnico com força política e alcance popular. Em 

eleições estaduais, o cargo de vice raramente é apenas simbólico: ele costuma funcionar como elo com regiões estratégicas, segmentos econômicos e bases eleitorais específicas. 

Dentro do União Brasil, a questão que se impõe é clara: quem teria hoje densidade eleitoral suficiente para ocupar esse espaço? O partido abriga nomes com mandatos, histórico administrativo e presença regional, mas nem todos reúnem o conjunto necessário para impulsionar uma chapa ao governo. A equação envolve voto, estrutura partidária, capacidade de articulação e ausência de rejeição. 

Além disso, o União Brasil precisará avaliar se o melhor caminho é indicar um nome do Executivo, do Legislativo ou até alguém com perfil mais municipalista, capaz de 

dialogar com o interior do Estado, onde eleições são frequentemente decididas. Regiões como o norte e médio-norte, que concentram cidades como Sinop, Sorriso e Lucas do Rio Verde, tendem a ter peso decisivo no resultado final. 

Ao justificar sua candidatura a deputado federal, o secretário aponta problemas estruturais do país, como o custo da máquina pública e entraves institucionais. Isso sinaliza que parte do União Brasil pode estar mais focada na construção de uma bancada forte em Brasília do que na ocupação de espaços na chapa majoritária estadual. 

Fonte: DA REPORTAGEM

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