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Segunda Feira, 09 de Fevereiro de 2026

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Pecuária de baixo carbono ganha força com avanços no manejo de pastagens

25 de Dezembro de 2025 as 05h 27min

Pastos bem manejados são fundamentais para garantir a boa nutrição do rebanho – Foto: Assessoria

A pecuária de baixo carbono é uma das principais estratégias para elevar a produtividade no campo ao mesmo tempo em que reduz os impactos ambientais da atividade.

Baseado em práticas que diminuem a emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE), em virtude da maior captura de carbono (CO2) da atmosfera e armazenamento no solo, esse modelo produtivo vem conquistando espaço entre pecuaristas que buscam eficiência, sustentabilidade e maior competitividade. No centro dessa transformação está o manejo adequado das pastagens.

Pastos bem manejados são fundamentais para garantir a boa nutrição do rebanho, reduzir a necessidade de abertura de novas áreas (efeito poupa terra) e, sobretudo, aumentar o sequestro de (C) na vegetação e no solo.

“Quando falamos de pecuária e de baixo carbono estamos nos referindo a sistemas mais equilibrados e resilientes e a chave para construir isso é o pasto que quando bem manejado e bem nutrido, vai permitir uma maior produção por área com aumento da taxa de lotação”, diz o engenheiro agrônomo, Hemython Luis Bandeira do Nascimento, doutor em Zootecnia e gerente de P&D e Inovação da Semembrás.

Entre as ações que fortalecem a pecuária de baixo carbono, ganham destaque a recuperação de pastagens degradadas, o uso de cultivares mais adaptadas, o planejamento forrageiro, a rotação de pastagens e a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF). Somado a isso, técnicas como a adubação equilibrada, o controle de plantas invasoras e o ajuste da taxa de lotação, contribuem diretamente para o aumento da matéria orgânica e para a melhoria da estrutura do solo, fatores essenciais para que a pecuária seja mais sustentável. “Essas práticas permitem também maior eficiência no uso dos recursos naturais e ampliam a produtividade por hectare, reduzindo custos e emissões”, acrescenta Nascimento.

Nesse cenário, o papel de empresas especializadas é decisivo. A SememBrás, por exemplo, referência nacional em soluções forrageiras de alto desempenho, tem contribuído para acelerar a adoção desse novo modelo produtivo.

A companhia oferece sementes e tecnologias voltadas para pastagens mais resistentes, nutritivas e eficientes, apoiando pecuaristas na construção de sistemas mais produtivos, rentáveis e alinhados às diretrizes da pecuária de baixo carbono. “Quando os animais recebem um alimento de melhor qualidade, consequentemente há uma menor emissão de GEE”, acrescentou Nascimento.

PARA NÃO ERRAR

Ao unir inovação, manejo responsável e compromisso ambiental, a pecuária brasileira avança rumo a um futuro no qual produzir mais e melhor é totalmente compatível com conservar o solo, a vegetação e o clima.

Portanto, a base de sistemas pecuários de baixa emissão é um pasto bem estruturado, com alta capacidade de acúmulo de biomassa e adequada oferta de nutrientes. Pastagens manejadas de forma correta apresentam: maior produção de forragem por área, permitindo elevação da taxa de lotação; melhor valor nutritivo, reduzindo a emissão entérica pelos animais; maior capacidade de sequestro de carbono, e maior armazenando C no solo; redução da emissão total por quilo de carne produzida, graças ao ganho de eficiência do sistema.

Fonte: ASSESSORIA DE IMPRENSA

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