Olá! Utilizamos cookies para oferecer melhor experiência, melhorar o desempenho, analisar como você interage em nosso site e personalizar conteúdo. Ao utilizar este site, você concorda com o uso de cookies.

Sábado, 11 de Julho de 2026

Noticias

Scaloni deve repetir escalação da Argentina pela primeira vez

11 de Julho de 2026 as 12h 43min

Próximo jogo é contra a Suíça, neste sábado, pelas quartas de final – Foto: Divulgação

Em 101 jogos à frente da Argentina, Lionel Scaloni só repetiu a escalação da seleção em três situações. Nesta Copa do Mundo, o treinador mudou a formação inicial em todos os cinco jogos, situação que não deve se repetir nas quartas de final. É provável que a equipe que entre em campo contra a Suíça, neste sábado (11), seja a mesma que eliminou o Egito na terça-feira.

Em mais de oito anos como técnico da seleção argentina, Scaloni escalou a mesma equipe nas seguintes ocasiões: entre as quartas de final contra a Venezuela e a semifinal contra o Brasil, na Copa América de 2019; nos amistosos contra Panamá e Curaçao, após o título da Copa de 2022; e entre a semifinal contra o Canadá e a final contra a Colômbia, na Copa América de 2024.

O treino desta sexta-feira deu indícios de que a Argentina pode repetir a escalação pela primeira vez neste Mundial. Apesar de não ter havido coletivo, os exercícios indicaram a possibilidade, segundo noticiou a imprensa argentina. 

Durante a atividade desta quinta, o técnico testou algumas opções, usando quatro dos cinco jogadores que saíram do banco contra o Egito: Otamendi entrou para reforçar a defesa, assim como Facundo Medina na lateral esquerda, enquanto Nicolás González e Lautaro Martínez também participaram das ações ofensivas. As mudanças no treino visaram também descansar os titulares.

Todos os jogadores que começaram jogando contra o Egito estão à disposição. Depois de sair perdendo por 2 a 0, a Argentina buscou a virada nos acréscimos e evitou levar o jogo para a prorrogação, se poupando fisicamente para as quartas.

A escalação da Argentina contra a Suíça deve ter: Dibu Martínez; Molina, Romero, Lisandro Martínez e Tagliafico; De Paul, Paredes, Enzo Fernández e MacAllister; Messi e Julián Álvarez. Argentina e Suíça se enfrentam às 21h, em Kansas, nos Estados Unidos. Quem passar vai enfrentar o vencedor de Noruega x Inglaterra na semifinal.

VETERANOS DA SUÍÇA

Eles chegaram juntos à seleção da Suíça, em 2011, e agora estão a um passo de levar o país pela primeira vez a uma semifinal de Copa do Mundo. Mas terão pela frente um adversário que não traz boas lembranças. O meia Granit Xhaka e o lateral-esquerdo Ricardo Rodríguez são os únicos jogadores da atual seleção suíça em campo na última partida contra a Argentina, a dramática derrota por 1 a 0 pelas oitavas de final da Copa de 2014, no Brasil.

Para reavivar o fantasma da eliminação, a Argentina também tem um remanescente daquele jogo disputado em São Paulo. E não é um jogador qualquer: Lionel Messi, autor do passe para Di María decretar a eliminação da Suíça, a dois minutos do fim da prorrogação. Se o veterano argentino brilha em outro patamar, como recordista de gols e jogos em Copas e artilheiro da atual edição, a dupla suíça já fez história em âmbito doméstico.

Quinze anos depois da estreia na seleção, Xhaka e Rodríguez disputam a quarta Copa do Mundo seguida como os mais experientes jogadores da história do país. O meia Xhaka, do Sunderland, da Inglaterra, é o recordista de partidas pela seleção suíça, com 151 jogos, seguido de Rodríguez, lateral titular do espanhol Bétis, com 143 presenças em campo pela equipe nacional.

Juntos, eles alcançaram uma marca histórica neste Mundial: ultrapassaram outro ídolo local, Xherdan Shaqiri, e agora são os suíços com mais partidas de Copa do Mundo. Os três foram titulares nas 12 partidas do país nos Mundiais do Brasil-2012, Rússia-2018 e Catar-2022 - nas três edições, a Suíça caiu nas oitavas de final.

Shaqiri não está mais na seleção, mas Xhaka e Rodríguez seguem absolutos no time titular. O jogo de sábado contra a Argentina, em Kansas City, será o 18º da dupla em Mundiais, uma marca impressionante para um país que tem 13 Copas disputadas e acaba de chegar apenas pela quarta vez às quartas de final.

“Eu sinto um enorme orgulho. Faço parte dessa seleção desde 2011 e continuo aqui hoje, podendo liderar a equipe como capitão, e isso me enche de orgulho. Conheço muito bem o Ricky (Ricardo Rodríguez), é uma pessoa e um jogador fantástico, traz muita experiência para a nossa equipe. É uma honra compartilhar esse recorde com ele”, disse Xhaka.

Após a suada classificação para as quartas de final, com vitória nos pênaltis sobre a Colômbia, o técnico da Suíça, Murat Yakin, exaltou a atuação de Xhaka, camisa 10 e capitão da equipe.

“Nossa relação é muito especial, muito bonita, e eu o felicitei pelo jogo. É o meu capitão, é um líder e está sempre aí para a equipe. Seu desempenho foi acima da média, e também assumiu a responsabilidade na hora dos pênaltis. Não sabemos se será sua última Copa, se estará apto a jogar a próxima, mas ele está sempre atento a todos os detalhes e merece ser o capitão desta equipe”, declarou o treinador.

Fonte: DA REPORTAGEM

Veja Mais

TCE-MT revoga suspensão e autoriza consórcio de cidades a manter gestão

Publicado em 11 de Julho de 2026 ás 10h 42min


Câmara aprova mudanças em loteamentos, saúde e avança com Regulariza Sinop

Publicado em 11 de Julho de 2026 ás 08h 41min


Atletas de Sinop conquistam título por equipes no Estadual Estudantil de Atletismo

Publicado em 11 de Julho de 2026 ás 06h 37min


Jornal Online

Edição nº1837 - 10/07/2026