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Sábado, 07 de Fevereiro de 2026

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Servidores do Judiciário de MT protestam em frente à AL

23 de Janeiro de 2026 as 15h 13min

Eles continuam sem reajuste e com greve barrada – Foto: Assessoria

Os Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso levaram a mobilização para a porta da Assembleia Legislativa nesta quarta-feira, após terem a greve barrada por decisão judicial. Sem poder cruzar os braços, a categoria montou um acampamento em frente ao Parlamento como forma de pressão por reajuste salarial de 6,8% e mudanças no plano de carreiras.

A paralisação estava prevista para começar no dia 21, mas foi considerada ilegal pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso. A decisão partiu do desembargador Rodrigo Roberto Curvo, que também fixou multa diária de R$ 200 mil ao Sindicato dos Servidores do Judiciário, o Sinjusmat, caso a greve fosse deflagrada.

Segundo o magistrado, o sindicato não cumpriu exigências básicas da Lei de Greve. Entre os pontos destacados estão a falta de comprovação de que as negociações haviam sido totalmente esgotadas e a ausência de um plano para garantir a manutenção dos serviços essenciais à população. A decisão ainda ressalta que o próprio sindicato havia solicitado a abertura de um canal institucional de diálogo, o que, na avaliação do Judiciário, enfraquece a justificativa para a paralisação.

Mesmo com a greve suspensa, a insatisfação aconteceu. A presidente da Federação dos Servidores de Mato Grosso, Carmem Machado, criticou duramente a decisão e afirmou que a categoria vai recorrer. Para ela, a multa imposta tem caráter intimidatório e não segue o entendimento do Supremo Tribunal Federal. 

Para os servidores, o veto representa a continuidade de perdas acumuladas ao longo dos últimos anos. O sindicato afirma que a categoria está sem recomposição salarial há pelo menos sete anos e atribui diretamente ao governo estadual a responsabilidade pela situação.

O movimento coincidiu com a realização de uma sessão extraordinária na Assembleia Legislativa, vista pelos servidores como uma nova oportunidade de pressionar deputados e manter o tema em evidência.

O cenário agora é de tensão institucional, com a disputa se deslocando do campo sindical para o jurídico e político, enquanto os servidores buscam manter a mobilização viva sem infringir a decisão judicial.

Fonte: DA REPORTAGEM

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