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Sorriso inicia instalação de armadilhas contra Aedes
16 de Abril de 2025 as 09h 09min
Bairros Rota do Sol e Bela Vista serão os primeiros a receber - Foto: Assessoria
A Prefeitura de Sorriso seguirá recomendação do Ministério da Saúde e iniciará, a partir de 22 de abril, a instalação de armadilhas ovitrampas nos bairros Rota do Sol e Bela Vista. O equipamento é utilizado para captar ovos do mosquito Aedes aegypti, vetor de doenças como dengue, chikungunya e zika, e tem como objetivo principal o monitoramento e a interrupção precoce do ciclo de infestação.
Segundo o secretário municipal de Saúde, médico Vânio Jordani, os dois bairros foram escolhidos com base no número de casos registrados e na quantidade de imóveis. O Rota do Sol possui 4.389 residências cadastradas, com seis casos de dengue e 14 de chikungunya registrados no primeiro ciclo de 2025. A taxa de infestação está em 4%. Já o Bela Vista, com 2.456 imóveis, contabiliza quatro casos de dengue e 20 de chikungunya, e apresenta índice de 1,31%. "Esse é um projeto inicial, experimental. O Ministério da Saúde já nos enviou as armadilhas e vamos iniciar os testes", destacou Jordani. O gestor reforça que, apesar da nova medida, a população deve continuar eliminando criadouros em suas casas e locais de trabalho.
Jordani explica que, quando um agente de combate a endemias encontra um foco do mosquito em uma residência ou empresa, isso indica que o ciclo já está em andamento. "A armadilha entra como ferramenta preventiva, permitindo identificar a presença do Aedes ainda na fase de larvas, o que possibilita ações mais eficazes e direcionadas."
Para dar suporte à nova etapa de vigilância, a Secretaria de Saúde está estruturando um segundo laboratório voltado exclusivamente à análise do material coletado pelas armadilhas. O primeiro já está em funcionamento e atende a demanda de amostras recolhidas pelos agentes de endemias.
Além das ovitrampas que serão instaladas nos bairros citados, outras 25 armadilhas já foram implantadas no bairro Fraternidade. Esse projeto paralelo é desenvolvido em parceria com a Universidade Estadual de Londrina (UEL), e a primeira leitura dos dados deve ocorrer em 15 dias.
O projeto no Fraternidade conta com o apoio do Instituto Mato-grossense do Algodão (IMA/MT), da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (AMPA), da Assembleia Legislativa, da Promotoria Pública e do Judiciário de Sorriso.
Fonte: DA REPORTAGEM
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