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Sábado, 07 de Fevereiro de 2026

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STF discute saídas para conter desgaste com Toffoli no caso do Banco Master

23 de Janeiro de 2026 as 16h 14min

Em meio ao imbróglio envolvendo as investigações do Banco Master, integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) estão conversando sobre uma solução para tentar diminuir o incômodo gerado pela condução do caso pelo ministro Dias Toffoli. Entre elas está a saída de Toffoli do caso e a aprovação de um código de conduta para juízes de cortes superiores, como o STF.

A atuação dele gerou incômodo na Polícia Federal (PF) e no Banco Central (BC), indispondo investigadores ligados às apurações por episódios como redução do prazo para depoimentos e indicação de profissionais para o trabalho de perícia de material apreendido. Há também um desgaste interno para a Corte, com magistrados questionando procedimentos adotados por Toffoli, relator do caso. A decretação de sigilo para o processo foi alvo de críticas de juristas.

Ligações pessoais do ministro também alimentam pedidos de suspeição, para que ele deixe o caso. De acordo com interlocutores do STF ouvidos pelo GLOBO, entre as alternativas para conter a crise estaria mesmo uma declaração de suspeição de Toffoli provocada pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Um senador da oposição já pediu à PGR para analisar essa possibilidade, mas a avaliação nos bastidores é de que esse pedido não deve ser feito pelos procuradores da equipe do procurador-geral, Paulo Gonet, informou a colunista do GLOBO Malu Gaspar. Parlamentares da oposição dizem ter conseguido assinaturas suficientes para instalar uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) sobre o caso Master, mas a decisão cabe ao presidente do Senado, David Alcolumbre.

Outro caminho apontado como saída seria o encaminhamento das investigações para a primeira instância, a partir de eventual conclusão de que não haveria necessidade de manter o caso na Corte em razão de foro privilegiado. O caso ficou no Supremo porque o nome de um deputado federal foi mencionado em um material apreendido na Operação Compliance Zero que prendeu o dono do Master, Daniel Vorcaro, conhecido por cultivar uma ampla rede de contatos em Brasília.

Fonte: DA REPORTAGEM

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