Olá! Utilizamos cookies para oferecer melhor experiência, melhorar o desempenho, analisar como você interage em nosso site e personalizar conteúdo. Ao utilizar este site, você concorda com o uso de cookies.

Quarta Feira, 23 de Setembro de 2026

Noticias

Urna eletrônica tem mais de 40 mecanismos de segurança

23 de Setembro de 2026 as 14h 09min

Segurança da urna combina auditoria, criptografia e testes - Foto: Assessoria

Criada para substituir gradualmente o voto em papel, a urna eletrônica completa 30 anos de utilização nas eleições brasileiras em 2026. Desde a primeira adoção, em 1996, o sistema passou por mudanças tecnológicas e incorporou mecanismos de fiscalização e auditoria em diferentes etapas do processo eleitoral.

A segurança da votação é formada por uma série de procedimentos realizados antes, durante e depois das eleições. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), são mais de 40 mecanismos de auditoria, com participação de partidos, Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil, Congresso Nacional e outras instituições.

Entre os procedimentos estão a abertura dos códigos-fonte, os testes públicos de segurança, a assinatura digital dos sistemas e a lacração dos programas que serão utilizados nas urnas. A assinatura digital permite verificar matematicamente a autenticidade e a integridade de um arquivo.

Os sistemas passam ainda por etapas de compilação e recebem códigos de verificação, chamados de hashes. O objetivo é permitir a conferência de que os programas instalados nos equipamentos correspondem àqueles submetidos aos procedimentos oficiais de fiscalização.

Outro mecanismo utilizado pela Justiça Eleitoral está nas próprias urnas. Segundo o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Júlio Valente, cada equipamento possui chaves criptográficas próprias para assinar digitalmente os resultados produzidos durante a votação.

A conexão externa é outra característica do sistema. Durante a votação, a urna não utiliza internet, Wi-Fi ou Bluetooth e funciona de maneira isolada. 

Encerrada a votação, o equipamento imprime o Boletim de Urna, documento que registra os votos daquela seção eleitoral. Os dados também são gravados em uma mídia específica e posteriormente transmitidos aos sistemas de 

Depois da votação, além do Boletim de Urna, o equipamento mantém o Registro Digital do Voto (RDV). De acordo com Valente, o mecanismo permite refazer a contagem dos votos registrados e pode ser utilizado em procedimentos de auditoria ou eventual recontagem.

O TSE afirma que não há registro comprovado de fraude na coleta, apuração ou totalização dos votos desde a implantação da urna eletrônica. A fiscalização prevista no processo eleitoral permite ainda confrontar os resultados registrados nas seções com os dados encaminhados para a totalização.

Fonte: DA REPORTAGEM

Veja Mais

Segurança da urna combina auditoria, criptografia e testes - Foto: Assessoria

Publicado em 23 de Setembro de 2026 ás 15h 09min


Após reforma, Polo Cultural do Santa Maria será oficialmente reaberto em Sorriso

Publicado em 23 de Setembro de 2026 ás 13h 08min


Sinop reforça combate ao assédio e amplia mecanismos de proteção no serviço público

Publicado em 23 de Setembro de 2026 ás 12h 07min


Jornal Online

Edição nº1890 - 23/09/2026