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Segunda Feira, 13 de Abril de 2026

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Usinas do futuro vão aliar inovação, sustentabilidade e diversificação

10 de Agosto de 2025 as 05h 21min

Setor sucroenergético passa por transformação profunda – Foto: Assessoria

Antes focadas majoritariamente na produção de açúcar e etanol, as usinas agora se reinventam como biorrefinarias modernas, capazes de gerar energia elétrica, biogás, combustíveis avançados e até insumos para a indústria química, e esse movimento tende a ir além. A transformação é impulsionada por inovação tecnológica, pela busca por sustentabilidade e pela diversificação de produtos.

Com a incorporação de tecnologias digitais, como inteligência artificial (IA), internet das coisas (IoT) e big data, estamos diante de uma nova revolução: a chegada das chamadas usinas do futuro. Essas unidades já nascem alicerçadas em tecnologias de última geração e com processos de gestão totalmente integrados em uma única plataforma digital.

A primeira usina estruturada nesse novo modelo está sendo construída em Prata/MG. O projeto, que representa um investimento superior a R$ 1 bilhão, terá foco no processamento de cana-de-açúcar para a produção de açúcar, etanol, bioenergia e levedura, além do cultivo de soja e amendoim. A previsão é que a unidade seja erguida apartir de 2026.

Segundo Alessandra Balbo Di Sicco, head comercial do Agronegócio da Senior Sistemas, acionista e integrante do conselho consultivo do Grupo Balbo, esta será a primeira usina de cana-de-açúcar a ser construída do zero nos últimos 20 anos. “Além disso, é a única no Brasil que nasce totalmente estruturada em tecnologia e que, antes mesmo do início da operação, já contará com inteligência artificial (IA) e agentes inteligentes”, destacou.

Todo o controle de gestão da nova unidade será centralizado na plataforma da Senior Sistemas, que se destaca por otimizar processos e reduzir a necessidade de grandes equipes no backoffice. “O setor sucroenergético, em sua cadeia produtiva, é vasto e complexo. Ele envolve desde os fornecedores de matéria prima até a industrialização e comercialização dos produtos. Por isso, o mercado busca uma plataforma de gestão digital que centralize todas as operações em um único sistema”, explica Alessandra.

Fonte: ASSESSORIA DE IMPRENSA

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