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Quarta Feira, 11 de Março de 2026

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Wellington diz ter pedido a Gilmar flexibilização de pena de Bolsonaro

06 de Fevereiro de 2026 as 13h 34min

Senador afirma que condenação tem que ser em regime domiciliar – Foto: Assessoria

Em meio ao discurso de pré-campanha para o Palácio Paiaguás, o senador Wellington Fagundes (PL) afirmou nesta semana que procurou o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para tratar da situação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Segundo o parlamentar, a conversa teve como objetivo solicitar que o decano da Corte dialogue com os demais ministros sobre o que classificou como necessidade de “flexibilização” da pena imposta a Bolsonaro. “Estive com o ministro Gilmar Mendes, que é o mais experiente, para que ele converse com os seus pares. Não é possível o tratamento que está sendo dado ao presidente Bolsonaro”, declarou.

Na avaliação do senador, o ex-presidente deveria cumprir a pena de 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado em regime domiciliar. O processo tem como relator no STF o ministro Alexandre de Moraes.

Ao sustentar o pedido, Fagundes argumentou que Bolsonaro enfrenta problemas de saúde e citou procedimentos médicos realizados em dezembro, entre eles uma cirurgia para bloqueio do nervo frênico, indicada para conter crises persistentes de soluços.

O senador também comparou a situação atual de Bolsonaro com o período em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) esteve preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, entre 2018 e 2019. “O presidente Lula foi preso e podia receber visitas e a imprensa. O presidente Bolsonaro está completamente isolado. É isso que nós não concordamos”, afirmou.

Ainda segundo Fagundes, a insatisfação com o tratamento dispensado ao ex-presidente reforça a defesa, feita por aliados, da anistia e da revisão de pontos da condenação. “É por isso que estamos insistindo na anistia e vamos trabalhar para derrubar o veto da dosimetria”, acrescentou.

Fonte: DA REPORTAGEM

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